sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Poeta
__Põe a
__Pena na mão e
__Passa a escrever seu
__Passado e
__presente.
__Pronto!
__Põs-se as
__Palavras no
__Papel!.
Ideologia
Instinto
Instante
Insiste
Íntimo
Ímpeto


A Ideologia busca em seu
_ Instinto um
Instante que
Insiste em questionar o
Íntimo de seu
Ímpeto.
Ser poeta???


Ser poeta é estar solitário ao escrever,
e mútuo ao se ler.
É juntar as palavras e ideologias da vida,
e transformá-las em um grito que sopra
o que os personagens vivos da natureza humana
gostariam de dizer.

É permitir o encontro de pensamentos vários,
com junções essenciais para o ser.
É o poder de ser e estar.
Que mesmo quando perdido se colide no instinto
ocasional de seu universo desconhecido.

O instante existe e o poeta insiste
em não não perder o foco dos dizeres,
reconhecidos no intimo do seu ímpeto.

a um poeta, o ser poeta!


Refugio interno.

Sou refém dos meus pensamentos,
Lhes confesso.
Não gosto nem um pouco disto,
Algumas das lembranças que tenho
me são uma tortura.

Por essas e outras que por vezes
calo ao meu silêncio.
E fujo ou tento fugir do que penso.
Que tolice a minha.
Essa exatidão ocasional,
Esses tormentos íntimos,
Talvez seja culpa.

Devo então reprimir minhas vontades,
no infeliz intuito de esquecer o que em mim
internamente existe?
Devo calar meus pensamentos,
Embora eles sejam mais fortes,
pois são parte de mim.
Enfim, tudo isto é a pura verdade,
Integra e composta sobre mim!
Não é fácil lhes digo, não é nada fácil,
Isso é real.

Liberto

Caçador das noite,
Voador dos dias,
Predador da vida.

Caçador de nós,
Exílio do teu corpo,
Exímio é teu canto.

Dos pássaros afugentaram-se
as vozes.
Do homem roubou-lhe a presa.

Caçador da vida,
Vendedor de flores,
Flores de beija-flores.

Exilando perfumes,
Cantando aos céus,
Voando alto.

Morrendo pelas mãos tuas,
Deixando voar pra longe
o caçador predador de vidas.





Aos 22

Toque no impalpável,
Sinta o que tem peso, cor,
Saia do lugar mesmo que parado esteja;
Cante numa nota só a melodia de sua vida.
Vibre as emoções contidas nas canções,
Solidifique o que não se pode tocar,
Junte tudo isso e crie uma metáfora.

Pois, a cor arisca do dia,
Se faz neutra na obscuridade da noite,
Então, caia em "contradição",
Reviva momentos,
"Esqueça o caos";.
Fuja de si próprio;
Conjugue o verbo "estar",
e encontre-se.
Ou perca-se na imensidão azul do céu estrelado,
depois mude a cor do arco-íris.

Busque no infinito a sua história,
ou a razão para existir.
Recolha todas as pedras de seu caminho,
os espinhos das rosas que lhe ferem,
os acordes incansáveis que lhe perturbam* os ouvidos;
as feras indomáveis que existem em seus anseios, ou nos meus.
Ao fim, anos, anos, anos;
E muitos ainda virão.
Portanto, não tentem apenas entender, deixem-se levar
pelas irregularidades de suas contraposições.
Enfim, pelo que já passou e que ainda virá...
Reviva sempre!!!


*assoam.




quarta-feira, 29 de setembro de 2010

É tudo muito pior do que parece!Vou recolher os cacos então¬