segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Entender.É que as vezes é tão confuso, obscuro, inconstante,
As inferioridades do ser ferem seu próprio ego,
Perdem-se nos encantos volumosos de sua
ambição sedentária.
E acusa a si mesmo pelos erros de seus passos,
passos dados para tráz.
E não quer ser mais humano que seus afazeres,
Não quer eficácia tampouco dua aldácia será usada.
Travaria então uma guerra de dragões medievais,
e o belo canto dos pássaros por hora seria calado.
Os teus anseios estariam repletos de exatidão,
E não haveria acaso nenhum a torturar-te em novos dias.
Buscaria a paz que outrora não encontrara,
Teria que voar mais alto que seus sonhos,
embora caisse, reclamar não poderia, menos ainda entender.
Pó se tornaria, jogada ao vento restaria ainda
as lembranças fúteis de sua existência.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Eu vejo gente por todo lado;
Gente simples, gente rica.
Calma, irritada,
a passeio ou a trabalho!
Gente boa e gente ruim!
Gente triste, gente feliz.
São tantos pensamentos em um só lugar, vestimentas,
perfumes, gostos e propósitos!
Eu ouço tanta coisa, eu imagino tantas outras.
Degusto algumas palavras ora por as ler, ora
por ouvi-las.
Alguns com pressa, outros calmaria.
Alguns nem sabem onde estão,
outros procuram se encontrar, outros se perder.
Etninas, raças, religiões, um circulo vicioso de pessoas
comuns e incomuns.
Junto o desgaste diário daquilo que querem ser ou talvez já sejem!
No fim tudo se resume em uma só pralavra... "gente".
Gente com muita roupa,
Gente com pouca roupa,
Gente que trupica,
que balança o braço numa só nota!
Gente que senta,
se esvai a esmo daquilo que certamente lhe importuna os pensamentos.
Gente que não tem para onde ir,
Gente que vai pra muitos lugares.
Gente de mãos dadas,
sozinhas,
Gente que não para, que pensa!
Gente obstinada, preocupada, carente,
apreensiva.
Gente doente, gente saudável, gente vivida,
gente pequena!
São tantos tipos juntos,
que tornam-se nação, poder, superioridade, e inferioridade também!
E no fim são todos gente!
É o que somos... Gente!
que canta, encanta, se ilude, se é feliz, as vezes infeliz...
e são sem fim, afinal de contas somos milhares e nada nos combaterá!
Gente simples, gente rica.
Calma, irritada,
a passeio ou a trabalho!
Gente boa e gente ruim!
Gente triste, gente feliz.
São tantos pensamentos em um só lugar, vestimentas,
perfumes, gostos e propósitos!
Eu ouço tanta coisa, eu imagino tantas outras.
Degusto algumas palavras ora por as ler, ora
por ouvi-las.
Alguns com pressa, outros calmaria.
Alguns nem sabem onde estão,
outros procuram se encontrar, outros se perder.
Etninas, raças, religiões, um circulo vicioso de pessoas
comuns e incomuns.
Junto o desgaste diário daquilo que querem ser ou talvez já sejem!
No fim tudo se resume em uma só pralavra... "gente".
Gente com muita roupa,
Gente com pouca roupa,
Gente que trupica,
que balança o braço numa só nota!
Gente que senta,
se esvai a esmo daquilo que certamente lhe importuna os pensamentos.
Gente que não tem para onde ir,
Gente que vai pra muitos lugares.
Gente de mãos dadas,
sozinhas,
Gente que não para, que pensa!
Gente obstinada, preocupada, carente,
apreensiva.
Gente doente, gente saudável, gente vivida,
gente pequena!
São tantos tipos juntos,
que tornam-se nação, poder, superioridade, e inferioridade também!
E no fim são todos gente!
É o que somos... Gente!
que canta, encanta, se ilude, se é feliz, as vezes infeliz...
e são sem fim, afinal de contas somos milhares e nada nos combaterá!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Eu não sei de mim!
Eu ainda não entendo, minha vida é tão abstrata,
incomum, irreal,, talvez ate iverídica!
E se me pergunto qual caminho seguir, como
responder se não sei ainda nem onde estou!
Se vejo pedras no caminho as vezes não
tenho forças para chutá-las!
Se vejo flores, não consigo ter audácia
para colhe-las e como mudar um rumo
a ser seguido quando nem ao
menos sei onde estou!
Pra onde ir, como ir, com quer ir??
Que caminho seguir, exaustão, cansaço mental,
inutilidade real,
Que formal seja os pensamentos que tenho.
Que indecentes sejam minhas vontades.
Afinal, se não para viver este mundo mundano
então pra que estamos aqui?!
Desconexão de pensamentos, infusão de idéias,
desfavoráveis são minhas vontades,
quando minha força não é contínua!
Mas do que falo afinal? Sobre quem falo aliás?
Será eu, o acaso e meu oposto, minha sub junção,,,
idealização...
Periodicamente difundindo-se com
anomalias internas, e correndo de uma
perseguição neutra e sem nexo nenhum!
Seguindo por caminhos contrários,
procurando o rumo certo a se tomar!
incomum, irreal,, talvez ate iverídica!
E se me pergunto qual caminho seguir, como
responder se não sei ainda nem onde estou!
Se vejo pedras no caminho as vezes não
tenho forças para chutá-las!
Se vejo flores, não consigo ter audácia
para colhe-las e como mudar um rumo
a ser seguido quando nem ao
menos sei onde estou!
Pra onde ir, como ir, com quer ir??
Que caminho seguir, exaustão, cansaço mental,
inutilidade real,
Que formal seja os pensamentos que tenho.
Que indecentes sejam minhas vontades.
Afinal, se não para viver este mundo mundano
então pra que estamos aqui?!
Desconexão de pensamentos, infusão de idéias,
desfavoráveis são minhas vontades,
quando minha força não é contínua!
Mas do que falo afinal? Sobre quem falo aliás?
Será eu, o acaso e meu oposto, minha sub junção,,,
idealização...
Periodicamente difundindo-se com
anomalias internas, e correndo de uma
perseguição neutra e sem nexo nenhum!
Seguindo por caminhos contrários,
procurando o rumo certo a se tomar!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Vou me embriagar com as palavras,
e delas tomar meu cálice,
o meu vinho servirá apenas para
colorir minha roupa que dele estará coberta.
Vou me deitar sobre os livros
e degustar suas páginas,
vou engordar meu ânimo e alegrar meu ser,
transcenderei as décadas, e passarei
os dias viajando por quaisquer lugar que queira.
Pois quando estiver embriagada e completamente extasiada,
e com tantas palavras digeridas não me restará
mais nada, senão deitar em meu leito e adormecer,
desfrutando das lembranças e ideologias que pude ter.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Não sei lhe entrego flores ou digo que te odeio,
se lhe peço um beijo, ou vou roubá-lo logo de cara,
com vc eu me confundo e vou a fundo
gostando disso...
eu me questiono e me abandono...
e fico loca quando vc não fala comigo...
e fico enérgica quando diz que concordo em tudo com vc,
mas se parece faze o que..
para provar o contrário,
so mesmo quando eu te ver...
assim espero...
vc pertuba meus sentidos, e eu
também gosto disso¬
se lhe peço um beijo, ou vou roubá-lo logo de cara,
com vc eu me confundo e vou a fundo
gostando disso...
eu me questiono e me abandono...
e fico loca quando vc não fala comigo...
e fico enérgica quando diz que concordo em tudo com vc,
mas se parece faze o que..
para provar o contrário,
so mesmo quando eu te ver...
assim espero...
vc pertuba meus sentidos, e eu
também gosto disso¬
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