terça-feira, 17 de agosto de 2010
E onde foi parar a alegria do dia?
A brisa do vento,
A luz da noite?
Pra onde foi?
E onde está a água do mar?
A areia da terra,
O céu do universo?
E onde está a cor das flores,
O cheiro da vida?
O frescor da paisagem?
Tudo está neutro,
O céu está brando,
Os murmúrios estão altos,
Os sons estão calados.
O beco escuro da rua
se esquece e não busca luz,
E não quer ter cor,
cheiro
ardor.
Pra onde foi?
De tão abstrato não quer existir!
(...)
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Trovoadas cantam ao céu... Gritos.
Caida pela sargeta.
Sinto as gotas dágua que sobre mim se aconchegam.
Levanto-me e... Grito
A tempestade inunda meu ser,
Recolhe meu ego,
Enterra-me no obscuro.
Poderia falar de coisas bonitas,
Mas o momento é inoportuno,
O breu da noite, se envolve sobre a
claridade que a lua único astro capaz
de luz neste momento tenta clarear.
Caem gotas de ouro
Prateando petálas de gim.
Calçando os pés
Cobrindo as pernas
Deslocando-se correndo,
Escondendo-se.
Aparece então a luz novamente,
Clarea a noite,
Aquece a alma e grita
pela presença viva no
universo andante.
A chuva para,
Os trovões se acalmam,
Os gritos já não são mais ouvidos.
Caida pela sargeta.
Sinto as gotas dágua que sobre mim se aconchegam.
Levanto-me e... Grito
A tempestade inunda meu ser,
Recolhe meu ego,
Enterra-me no obscuro.
Poderia falar de coisas bonitas,
Mas o momento é inoportuno,
O breu da noite, se envolve sobre a
claridade que a lua único astro capaz
de luz neste momento tenta clarear.
Caem gotas de ouro
Prateando petálas de gim.
Calçando os pés
Cobrindo as pernas
Deslocando-se correndo,
Escondendo-se.
Aparece então a luz novamente,
Clarea a noite,
Aquece a alma e grita
pela presença viva no
universo andante.
A chuva para,
Os trovões se acalmam,
Os gritos já não são mais ouvidos.
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