segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Trovoadas cantam ao céu... Gritos.
Caida pela sargeta.
Sinto as gotas dágua que sobre mim se aconchegam.
Levanto-me e... Grito
A tempestade inunda meu ser,

Recolhe meu ego,
Enterra-me no obscuro.

Poderia falar de coisas bonitas,
Mas o momento é inoportuno,
O breu da noite, se envolve sobre a
claridade que a lua único astro capaz
de luz neste momento tenta clarear.

Caem gotas de ouro
Prateando petálas de gim.
Calçando os pés
Cobrindo as pernas
Deslocando-se correndo,
Escondendo-se.

Aparece então a luz novamente,
Clarea a noite,
Aquece a alma e grita
pela presença viva no
universo andante.
A chuva para,
Os trovões se acalmam,
Os gritos já não são mais ouvidos.

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