E daqui algumas horas tudo começará novamente!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Nada e Você!
As suas mentiras já não me convencem mais!
Eu posso até fingir que acredito, vai saber
posso ser atriz e até fingir que tudo que ouvi
talvez... fosse real!!
Nem teus olhos me dizem mais a verdade!
Pois o reflexo de vida que neles antes via, resumi-se
agora em palavra torta, sem sentido, eira nem beira!
Permita-me que lhe diga que para mim você aos poucos
deixou de existir!
Pois uma mentira sempre acaba.
Logo você que se vestira dela da cabeça aos pés.
Que se perdera em suas muitas contradições,
e palavras ocas, vazias.
Talvez no fundo você realmente seja apenas isso.... NADA!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ao Senhor erro!
E quantas voltas a vida dá pra enfim novamente chegarmos ao nada!
Os erros passados persistem em exister e simplismente voltam
com a mesma intensidade com que existiram!
As pessoas caem sobre as pedras e ao se levantarem
o gosto amargo da vida está ali, intacto...
Os absurdos desta ironica vida se remetem a continuar levando-nos ao abismo infinito!
Os erros cometidos fazem-me ver o quão fraco as vezes somos...
o quão forte é a tentação humana... o quão degradante pode ser um passo dado errado.
E ao fim.. pra onde iremos,,, pra onde irei... pois falar aos outros é dificil, falar por eles
é desafiador.. falo por mim então
que encontra-se frente um abismo escuro e profundo,,, do qual deparar-se com a vida...
recai-se a afirmativa,,, por que os erros persistem... por que passiva deles o ser humano torna-se...
por que viver é.... viver.... a grande incógnita desta equação...
deste vasto mundo sombrio, frio, inexistente.... ele deveria ser!
Boa noite dou ao meu senhor Erro, quem sabe assim ele dorme e embora vai para sempre, esvaindo-se
pelos buracos suburbanos que exsitem por ai!
Os erros passados persistem em exister e simplismente voltam
com a mesma intensidade com que existiram!
As pessoas caem sobre as pedras e ao se levantarem
o gosto amargo da vida está ali, intacto...
Os absurdos desta ironica vida se remetem a continuar levando-nos ao abismo infinito!
Os erros cometidos fazem-me ver o quão fraco as vezes somos...
o quão forte é a tentação humana... o quão degradante pode ser um passo dado errado.
E ao fim.. pra onde iremos,,, pra onde irei... pois falar aos outros é dificil, falar por eles
é desafiador.. falo por mim então
que encontra-se frente um abismo escuro e profundo,,, do qual deparar-se com a vida...
recai-se a afirmativa,,, por que os erros persistem... por que passiva deles o ser humano torna-se...
por que viver é.... viver.... a grande incógnita desta equação...
deste vasto mundo sombrio, frio, inexistente.... ele deveria ser!
Boa noite dou ao meu senhor Erro, quem sabe assim ele dorme e embora vai para sempre, esvaindo-se
pelos buracos suburbanos que exsitem por ai!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A sua não verdade!
Eu sei de todas as mentiras que me contaste!
Das suas não verdades, e tua falta de realidade.
Você que é um objeto abstrato, paralisado
(num) universo Contestável, insosso, solúvel!
Você que finge ser real, que vive
voluntariamente em um mundo omisso e irreal.
Digo-lhe, Junte todas as suas mentiras e tente
se reencontrar em sua verdade!
Pode ser que assim você VOLTE......
a ser você!
Das suas não verdades, e tua falta de realidade.
Você que é um objeto abstrato, paralisado
(num) universo Contestável, insosso, solúvel!
Você que finge ser real, que vive
voluntariamente em um mundo omisso e irreal.
Digo-lhe, Junte todas as suas mentiras e tente
se reencontrar em sua verdade!
Pode ser que assim você VOLTE......
a ser você!
sábado, 27 de novembro de 2010
Uma canção.
Agora olha aqui pra mim e diz
que você não me quer!
Agora olha bem pra mim e diz
que você nunca me quis!
Me entrega logo esse teu sorriso
e traz de volta o meu riso.
Junta logo essa tua boca com a minha
e me traz a alegria.
Não deixa que o tempo passe
e a gente nem o veja.
Então vem comigo vem
que eu vou fazer valer a pena.
Me faz sentir de novo aquele velho e bom gosto
que antes eu sentia.
me faz de novo ver aquele brilho nos teus olhos
que antes eu via!
Eu quero tudo novo
mas que você esteja lá.
Pois, sem tua presença tudo fica velho
e isso eu não quero!
Então vem logo de uma vez ficar comigo
e trazer a paz que eu preciso!
que você não me quer!
Agora olha bem pra mim e diz
que você nunca me quis!
Me entrega logo esse teu sorriso
e traz de volta o meu riso.
Junta logo essa tua boca com a minha
e me traz a alegria.
Não deixa que o tempo passe
e a gente nem o veja.
Então vem comigo vem
que eu vou fazer valer a pena.
Me faz sentir de novo aquele velho e bom gosto
que antes eu sentia.
me faz de novo ver aquele brilho nos teus olhos
que antes eu via!
Eu quero tudo novo
mas que você esteja lá.
Pois, sem tua presença tudo fica velho
e isso eu não quero!
Então vem logo de uma vez ficar comigo
e trazer a paz que eu preciso!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Composto das Idéias alucinadas da poeta!
Caiu de Longe, e gritou bem perto
aos ouvidos daqueles que um dia sonharam não morrer.
E foi embora, sem nem mesmo querer,
não queriam nada, se faziam de criança e
não mais sabiam o que procuravam.
Fizeram tudo parecer sem coerência,
errando até a gramática. Quando em silêncio obtinham as mais belas inspirações,
quando no papel tentavam colocá-las , sumiam como o véu da noiva que fugira sem se casar.
Não repetira palavras, não repetira as letras, as vogais nem existira.
não brincava de .... esqueceu a brincadeira, pensou a poeta! e antes disso
escreveu porta, ao invés de (poeta!)
E se fez de adulta quando no final do mês
foi obrigada a pagar as contas que em sua casa chegara,
esquecendo-se da criança que um dia fora!
Juntou tudo que escreveu, coloriu a pincel com cores anil,
tentou lembrar-se do que falava e a quem lhes reportava, chegou apenas a uma insóbria (palavra inventada) conclusão...
quanta inutilidade,,, alguns pensarão, mas no fundo pra ela existia alma, vida e poesia, e lembrar-se-ia para o resto de sua vida deste triste dia, ou alegre encontro da palavra torta com a propria porta ou a poesia em questão!
aos ouvidos daqueles que um dia sonharam não morrer.
E foi embora, sem nem mesmo querer,
não queriam nada, se faziam de criança e
não mais sabiam o que procuravam.
Fizeram tudo parecer sem coerência,
errando até a gramática. Quando em silêncio obtinham as mais belas inspirações,
quando no papel tentavam colocá-las , sumiam como o véu da noiva que fugira sem se casar.
Não repetira palavras, não repetira as letras, as vogais nem existira.
não brincava de .... esqueceu a brincadeira, pensou a poeta! e antes disso
escreveu porta, ao invés de (poeta!)
E se fez de adulta quando no final do mês
foi obrigada a pagar as contas que em sua casa chegara,
esquecendo-se da criança que um dia fora!
Juntou tudo que escreveu, coloriu a pincel com cores anil,
tentou lembrar-se do que falava e a quem lhes reportava, chegou apenas a uma insóbria (palavra inventada) conclusão...
quanta inutilidade,,, alguns pensarão, mas no fundo pra ela existia alma, vida e poesia, e lembrar-se-ia para o resto de sua vida deste triste dia, ou alegre encontro da palavra torta com a propria porta ou a poesia em questão!
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